Homem morto trabalha por uma semana (Notícia do New York Times)



Artigo escrito por:


Gustavo Rocha - já publicou 11 artigo(s) no blog Recursos Humanos.


Diretor da Consultoria GestaoAdvBr

Todo mundo, vez ou outra, já deve ter recebido essa parábola, de autoria desconhecida. Mesmo assim, divido com vocês, para que possamos pensar juntos:

“Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há cinco dias.

George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.

Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana.
O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:

‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada.

Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho’.

A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.

SUGESTÃO:
De vez em quando acene aos seus colegas de trabalho.
Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!

MORAL DA HISTÓRIA:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo.”

Num universo corporativo cada vez mais competitivo, onde a preocupação maior é a produtividade, muitas vezes esquecemo-nos que somos seres HUMANOS, compostos por nossos valores, relações afetivas, ética, moral, conhecimentos, enfim, toda a bagagem que trazemos conosco.

No afã de galgar maiores postos e salários, bem como pela pressão de aumentar a produtividade, muitos colaboradores passam a encarar os colegas de trabalho como adversários, o que torna o relacionamento no trabalho ainda mais superficial.

O ato de se relacionar com os colegas cria um ambiente de trabalho mais agradável, o que proporciona maior rendimento no trabalho, um nível maior de satisfação com o mesmo, além de propiciar uma relação de troca entre os colaboradores.

Isso faz-se extremamente importante à medida que os empregados começam a trocar conhecimentos e experiências, o que enriquece ainda mais o trabalho.

Um ambiente de trabalho agradável é um passo importante para o sucesso da empresa, uma vez que impacta diretamente no lado motivacional do empregado, já que o mesmo passa 1/3 do seu dia cercado por colegas de trabalho. Trabalhar em um lugar hostil ou indiferente, onde os empregados são apenas peças facilmente substituíveis, além de ser desagradável, é um motivador para a busca de outro emprego.

Sejamos sujeitos ativos emocionalmente falando, sejamos proativos na busca de relacionamentos interpessoais no trabalho. Amizade e coleguismo não são sinônimos de ineficiência ou vontade de matar um tempinho entre um cafezinho e outro, mas são atestados de inteligência emocional.

Cerque-se de pessoas que te façam bem, e por que não no trabalho? Todos têm muito a ganhar, inclusive a empresa.

“Ninguém é tão bom quanto todos nós juntos”. Seja “um de nós” e faça a diferença!

Escrito por Polliana Giraldello





2 Respostas para “Homem morto trabalha por uma semana (Notícia do New York Times)”

  1. Eu simplesmente adorei a matéria,e ate compartilhei!!!

  2. Agradeço Isabelle!

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