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1 – O que o inspirou a escrever livros que associam a
estratégia de guerra a temas de carreira e negócios?
Primeiro, acredito que conhecer a história pode ser útil. Comecei a
estudar Sun Tzu depois de abandonar a faculdade, sem objetivo. Como não
tinha outras habilidades reais, acabei trabalhando como vendedor. Ao ler
Sun Tzu, comecei a ver as vendas sob uma nova perspectiva. Usando
suas idéias, me tornei bem-sucedido nas vendas, conseguindo uma promoção a cada
oito meses em média, em empresas cada vez maiores, de vendas para gestão de
vendas, para gestão de marketing. Em sete anos, já havia criado minha
própria empresa de software.
Conforme crescemos, eu queria que minha equipe de vendas entendesse como eu
via o desafio de vender, portanto fiz minhas primeiras adaptações de Sun Tzu (A
Arte da Guerra para o Guerreiro das Vendas). Depois disso, começamos a
crescer dramaticamente, e nos tornamos uma das corporações de mais rápido
crescimento dos Estados Unidos de acordo com a Inc. 500. Para minha
surpresa, nossos clientes, AT&T, Motorola e revistas, conseguiram cópias do
livro e começaram a me convidar para falar sobre Sun Tzu para suas
equipes. A partir disso comecei a dar palestras sobre Sun Tzu em eventos
da indústria e usar as idéias de Sun Tzu para promover os produtos de software
de nossa empresa. Devido a nosso sucesso e dominância no segmento de
mercado, revistas como a PC Week fizeram artigos sobre mim e o uso da filosofia
de Sun Tzu em minha empresa.
Depois de vender minha empresa de software, corporações e grandes associações
continuaram me convidando para palestrar sobre Sun Tzu, e me pediam outros
livros aplicando suas idéias na gestão, marketing, carreira e pequenas
empresas. Antes de fazer isso, eu queria aprender mais sobre Sun Tzu,
comecei a estudar Chinês arcaico (idiomas são uma antiga paixão minha, e eu já
havia estudado alguns anos estudando Japonês) e trabalhei por um par de anos na
minha premiada tradução do texto e depois em uma série de livros explicando os
aspectos do texto e do sistema que não eram facilmente traduzidos. Depois
de concluir este trabalho fiz as outras adaptações que as pessoas pediam.
O resultado foi uma série completa de livros, dez dos quais receberam prêmios
nos últimos quatro anos.
Outra forma de responder sua questão, no entanto, é voltar par ao começo
desta história e explicar a conexão entre guerra e negócios. Primeiro,
devido ao título do livro (que é uma espécie de tradução errônea), e devido às
atitudes modernas em relação à guerra, muitas pessoas não entendem do que se
trata o livro de Sun Tzu. Nós associamos guerra com violência, mas o livro
não é sobre isso (exceto tangencialmente). O título Chinês, Bing-fa, quer
dizer algo como “métodos competitivos”. O que nós chamamos de “guerra”,
Sun Tzu define especificamente como aquilo “que leva à sobrevivência ou
destruição, sucesso ou derrota”. Em outras palavras, competição. Ao
ler Sun Tzu, você não descobrirá nada sobre como as guerras eram lutadas no
século 6 AC na China: quais armas eles usavam, as formações as tropas, ou
qualquer informação similar que você encontraria em um livro de guerra. O
livro de Sun Tzu lida com a única arma que interessa na competição: os trabalhos
da mente humana.
O livro deixa claro que, em sua base, toda competição é econômica. O
segundo capítulo de Sun Tzu é sobre a economia da competição. Sun Tzu não
define o sucesso como vitória, mas como a tarefa muito mais difícil de tornar a
vitória rentável. O problema com o conflito é que é caro. A chave
para tornar a vitória rentável é encontrar uma forma de ganhar evitando o
conflito. Ou como Sun Tzu disse, um general que luta e vence 100 batalhas
não é um bom general. Um bom general busca uma forma de vencer sem lugar
uma única batalha.
Claro, isto pode levar a enganos, porque nós usamos palavras como “luta” e
“batalha”, mas estas são somente aproximações do que Sun Tzu escreveu.
Como expliquei em muitos trabalhos sobre o tema, a natureza marcial da tradução
(inclusive a minha) é um artefato de como as pessoas esperam que a obra seja
traduzida. Por exemplo, as palavras “luta”, “ataque”, “batalha” e
“conflito” tem significado muito similar, e nós usamos estas palavras na
tradução, e isso pode levar a enganos porque acreditamos que sabemos o que estes
termos querem dizer, mas Sun Tzu as define cuidadosamente de formas que
normalmente não as usamos. Ataque quer dizer mover-se para um novo
território. Batalha quer dizer encontrar-se com o inimigo (ou com um
desafio). Ambas são diferentes do conflito, que significa o choque
armado. Os caracteres do Chinês arcaico não são parte da linguagem como a
conhecemos (substantivos, verbos, adjetivos, etc.). São conceitos
gerais, organizados não em frases, mas em algo que se assimila a uma equação
matemática (ainda hoje, o Chinês escrito não é um idioma falado, mas um idioma
escrito usado de forma comum por pessoas que falam vários idiomas
diferentes).
A verdadeira natureza do trabalho de Sun Tzu não só sugere seu uso na
competição dos negócios, mas de certa forma demanda isso.
2 – Existe espaço para a responsabilidade social quando os
mercados são vistos como um cenário de guerra?
O livro de Sun Tzu é, de várias maneiras, a essência de “responsabilidade
social” até da forma que compreendemos o termo hoje, já que ensina que o
conflito torna o sucesso mais difícil. Na visão de Sun Tzu, o sucesso não
vem de derrubar os outros, vem de colocar o foco em posições, e como avançar
nessas posições. Ele ensina que você não avança sua posição tirando a
posição de outros pela força. Ao invés disso, você avança construindo
posições que os não querem disputar e, no melhor dos casos, querem se unir a
você. Ele via a competição como uma disputa pelos recursos, mas em sua
visão os recursos eram infinitos, com novas fontes sendo constantemente criadas
por pessoas que desenvolvem novas posições. Esta era uma visão muito mais
difícil em sua época, na qual a sociedade era principalmente agrária, do que
hoje em dia, quando vemos novas fontes, como a internet, sendo criadas
constantemente ao nosso redor.
No entanto, isto não quer dizer que Sun Tzu era um pacifista. Na
realidade, ele inventou o primeiro exército de cidadãos e ensinou que todas as
guerras eram fundamentalmente uma competição de idéias, uma batalha de
filosofias. Nenhum tirano jamais saiu do poder voluntariamente. Ele
ensinou que a chave do poder não era o tamanho, mas unidades ao redor de uma
filosofia e que somente filosofias que as pessoas podiam compartilhar, opostas
àquelas nas quais alguns se tornavam os lordes de muitos, eram realmente
poderosas. Seu livro foi proibido na China por dois mil anos devido a sua
natureza revolucionária. No entanto, a revolução que ensinava não era
socialista, era uma revolução individualista. A idéia era que cada
indivíduo era responsável por sua posição na vida e que todos podemos controlar
e avançar nossa posição buscando recursos que podíamos dominar.
Esta idéia era o oposto da filosofia de Confúcio, que dizia que todos
encontravam seu significado pelo seu lugar na sociedade, e que a tarefa dos
servos era apoiar o imperador da mesma forma que uma criança apóia seus
pais. Não muito depois que o primeiro imperador Chinês (um aluno de Sun
Ping, descendente de Sun Tzu) unificou a China usando as idéias de Sun Tzu, a
opressão destas mesmas idéias começou porque os imperadores perceberam que suas
idéias distraiam o povo de idolatrar o estado como sua fonte de significado,
dando a cada pessoa e grupo seus próprios caminhos (em Chinês, o termo para
“caminho” é tão, que também quer dizer filosofia ou lei natural).
3 – Você vê diferenças em como um pequeno empreendedor e o
presidente de uma grande corporação podem usar os conceitos de A Arte da
Guerra?
Sun Tzu descreve isto melhor no começo do capítulo 5:
Você pode controlar um grande grupo da mesma forma que controla somente
alguns.
Você somente divide as suas autoridades corretamente.
Você luta contra um grande exército da mesma forma que luta contra um
pequeno.
Você somente precisa da posição e comunicação corretas.
Em outras palavras, os princípios da estratégia clássica são desenhados para
serem escaláveis. O mesmo processo geral que é usado em uma grande
campanha é usado em um pequeno confronto.
4 - Como você aplica os conceitos de A Arte da Guerra em seu
próprio trabalho?
Como os conceitos explicados em A Arte da Guerra tomaram vários livros para
serem explicados, responder a esta questão tomaria muito tempo. A única
resposta breve que posso imaginar é que eu compreendo muito claramente que o
planejamento como é ensinado na gestão empresarial e a ciência de estratégia
ensinada por Sun Tzu são, de muitas formas, disciplinas opostas mas
complementares.
As técnicas de planejamento, quebrando uma tarefa geral em suas partes
menores e otimizando-as para a eficiência, funcionam em ambientes controlados
nos quais os recursos são conhecidos e as pessoas estão trabalhando
juntas. As técnicas de estratégia, no entanto, funcionam em ambientes
competitivos, externos e caóticos nos quais os recursos são em grande parte
desconhecidos e controlados por outros. O planejamento funciona dentro das
organizações, mas as organizações não podem planejar eventos externos. O
ambiente competitivo é aonde os planos de todos colidem e resultam em eventos
que ninguém planejou. Enquanto o planejamento da gestão é como construir e
operar uma ferrovia, o bom uso da estratégia é como navegar um barco no
oceano. Na estratégia clássica, você precisa reconhecer as forças externas
e usá-las, ao invés de lutar contra elas.
Escrever um livro, algo que faço com freqüência, é um exercício de
planejamento. Escolher qual livro escrever e depois colocá-lo no mercado é
um exercício de estratégia. A ciência de estratégia de Sun Tzu ensina que
a estratégia é relacionada a posições, e que todas as posições devem ser
avançadas com o tempo, ou sofrerão erosão das forças naturais. Você pode
ver esta dinâmica ao longo da minha carreira Olhando somente os últimos
oito anos da minha vida, desde que vendi minha empresa de software, comecei a
dar palestras sobre Sun Tzu. A partir disso, depois de adquirir certa
credibilidade acadêmica, comecei a escrever uma série de livros sobre o
assunto. Isto levou a outros querendo usar minhas idéias e à fundação do
Instituto da Ciência de Estratégia, uma organização mundial para pessoas
envolvidas em treinamento. Isto por sua vez levou à criação de nosso
sistema de treinamento online, Strategyschool.com, no qual as pessoas de todo o
mundo podiam ser certificadas em estratégia.
5 – O equilíbrio entre a vida pessoal e profissional é uma
questão importante para a maioria das pessoas. Como Sun Tzu lidaria com
isto?
Para Sun Tzu, ambos são uma questão de posição. Em sua visão, é somente
uma questão de sua filosofia, o tao (ou caminho). Eu adaptei suas idéias
para livros sobre relacionamentos amorosos e paternidade.
Minha missão, ou caminho, mudou quando fui diagnosticado com câncer e notei
que a maioria dos outros pacientes não entendia como tomar as decisões que
deviam tomar para sobreviver. Sun Tzu ensina que, sem treinamento em
métodos competitivos, a maioria das pessoas tem somente duas reações naturais a
situações desafiadoras: fugir ou lutar, sair correndo da situação ou entrar em
conflito com as pessoas. A maioria dos outros pacientes fugia,
cedendo sua posição ao qualquer doutor que conseguiam. A esposa de um
amigo foi diagnosticada com o mesmo câncer que eu tinha, na mesma época.
Ela morreu em três anos porque não queria trocar de médico e não queria tomar as
decisões difíceis necessárias para sobreviver.
Até este momento, a maior parte de meu trabalho era feito no contexto de
minha atividade com grandes organizações internacionais. Depois de meu
câncer, comecei a trabalhar para um espectro mais amplo de pessoas.
Já mencionei os livros sobre relacionamentos e paternidade. Meu livro
premiado “O Aprendiz do Guerreiro” foi escrito para adaptar as idéias de Sun
Tzu para jovens. “A Chave Dourada para a Estratégia” ganhou o prêmio
Ben Franklin há dois anos como o melhor livro de auto-ajuda daquele ano.
Eu queria que as pessoas compreendessem que, ainda que você normalmente encontre
a idéia de estratégia no cenário de competição nos negócios, estes não
eram os únicos desafios que encontrariam na vida e nos quais podiam usar as
idéias de Sun Tzu. Eu literalmente devo minha vida à compreensão de uma
boa estratégia.
6 – Existem companhias que adotam abertamente A Arte da Guerra
como guia para a estratégia nos negócios?
Empresas de todo o mundo estão estudando A Arte da Guerra. Algumas das
quais tiveram seus funcionários treinados por nós podem ser vistas em nosso
website de treinamento (StrategyEvents.com). Quanto mais
intensamente e amplamente uma empresa adota os métodos de Sun Tzu, menor é a
probabilidade de que falem a respeito. Sun Tzu ensina o controle cuidadoso
da informação sobre o que você está fazendo, usando esta informação publicamente
somente quando ela avança sua posição. Nós certamente não falamos sobre o
que nossos clientes estão fazendo estrategicamente. No entanto, alguns
líderes dos negócios, como Larry Ellison e a Oracle, tem sido bastante abertos
em relação a seu uso de Sun Tzu, mas como a Oracle não é nossa cliente, não
posso dizer o real significado do que dizem.
7 – Quais são os aspectos positivos de seu livro comparado com
outros livros que traduzem os conceitos de Sun Tzu em conceitos de
negócios?
A maioria das traduções de Sun Tzu, ainda mais as adaptações que fazem
referência a ele, são feitas por pessoas que tem somente a mais vaga idéia sobre
o que o livro realmente se trata. Na tradução, o livro é lido como
aforismos vagos. Não sei de nenhum estudioso sério de Sun Tzu que publicou
algum livro sério sobre negócios no Ocidente e entende as idéias de Sun Tzu de
forma profunda, mas há alguns deles na Ásia. A maioria destes livros fará
referência a uma citação de Sun Tzu, e depois o autor exporá suas próprias
idéias, que 90% das vezes não tem nenhuma relação com os ensinamentos de Sun
Tzu, exceto na mente do autor. A maioria destes livros é escrita por
pessoas cuja única experiência com Sun Tzu é ter lido seu livro uma vez, quase
certamente uma tradução. Nenhum tem background extensivo que eu saiba,
tanto no uso destas idéias em seus próprios negócios quanto em ajudar
organizações significativas a aplicar estas idéias.
Meu conhecimento de Sun Tzu está em um nível diferente. Passei décadas
estudando e ensinando o trabalho. Quando eu adapto Sun Tzu para um
desafio de negócios específico – vendas, marketing, gestão, etc. – eu o adapto
linha por linha, não de uma de minhas traduções, mas das equações originais do
Chinês e de meus trabalhos extensivos explicando a forma destas equações.
Minha aproximação é rigorosa, sistemática e o produto final é um trabalho
único. Todos os meus livros são atualizados constantemente em novas
edições, já que meus conhecimentos da ciência de Sun Tzu sobre a estratégia
aumentam com os anos, assim como meu trabalho contínuo com organizações do mundo
real na aplicação destas idéias.
8 – Um líder deve ser cuidadoso para não criar uma mentalidade de
“estamos em guerra” na companhia, eu esta mentalidade é na realidade
boa?
Sim e não. Os líderes devem fazer sua equipe entender que sua
sobrevivência competitiva está em constante risco, especialmente porque todo o
mundo está se tornando mais competitivo. Eles devem treinar toda a equipe
para pensar de forma mais competitiva e entender que tipos de decisões requerem
planejamento quais requerem o uso de estratégia. No entanto, como muitas
pessoas acham que estar “em guerra” quer dizer conflito e destruição da
concorrência, esta mentalidade pode ser muito destrutiva. Como Sun Tzu
ensinou, você deve ter o foco em sua posição, e sua posição relativa a seus
concorrentes é um componente crítico do sucesso. A Estratégia, conforme
ensinada por Sun Tzu, não é conflito. É mais uma dança pela posição.
Os movimentos corretos são ditados pelo entendimento da dinâmica da
estratégia. Em algumas situações, você deve copiar seus concorrentes o
mais rápido possível. Em outras situações, o pior que você pode fazer é
copiar a concorrência. Como Sun Tzu ensina, são seus concorrentes que
permitem sua vitória, mas você deve entender tanto o ritmo quanto os movimentos
desta dança competitiva. (Se eu fosse Brasileiro e tivesse qualquer noção
de ritmo, estaria tentado a escrever um livro sobre estratégia em termos da
dança)
9 – Na cultura brasileira, uma estratégia de negócios
excessivamente “em pé de guerra” não é sempre bem aceita pela sociedade em
geral. Quais são as diferenças na aplicação do trabalho de Sun Tzu em
várias culturas?
Um dos cinco fatores competitivos que Sun Tzu ensina como parte de qualquer
posição competitiva é o terreno, e cada terreno tem regras diferentes.
Outros destes cinco fatores chave é o clima, e cada terreno também tem seu clima
único. Na ciência da estratégia, você usa estes fatores para sua
vantagem. No entanto, como provavelmente já é claro, Sun Tzu era
provavelmente tão contrário ao que você descreve como estratégia “em pé de
guerra” como em sua cultura.
As regras da estratégia surgiram na guerra por uma razão muito real: a guerra
é o último bastião para a sobrevivência e para a destruição. Más decisões
são punidas com a morte. Boas decisões são premiadas com poder.
Conforme um negócio se torna mais competitivo, a realidade de sobrevivência e
destruição para organizações se torna mais claro. Grandes negócios não
podem depender de seu controle sobre seus funcionários, clientes, fornecedores
ou da influência política com o estado para se manterem competitivas. Elas
devem sobreviver na base de bom planejamento, e cada vez mais, boa
estratégia. A mesma coisa que torna exércitos poderosos torna empresas
competitivas: uma filosofia central unificante, a compreensão de seu terreno
(mercado), visão relativa ao clima (tendências), boa liderança e bons
métodos. Sun Tzu foi somente o primeiro a observar e ensinar o que isto
quer dizer.
10 – Você acredita que hoje em dia Sun Tzu seria um bom homem de
negócios?
Os chineses têm sido bem sucedidos nos negócios aonde quer que foram.
Isto é em parte devido a que as idéias de Sun Tzu sobreviveram em sua cultura de
negócios. Acredito que ele teria visto que guerras atuais, que se tornaram
fortemente envolvidas pela política (algo sobre o qual ele escreveu há 2500
anos), como muito satisfatórias, já que se tornou quase impossível tornar a
vitória rentável na guerra militar. Além disso, no campo militar, as
melhores pessoas estão familiarizadas com suas idéias básicas. No entanto,
homens de negócio estão somente aprendendo a diferença entre planejamento e
estratégia, e a riqueza das ferramentas estratégicas disponíveis para analisar e
avançar posições.
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